3.6.09

Conversas no Sótão: Versão Ao Vivo!


É o seguinte: agora as minhas Conversas no Sótão ganharam também um espaço real!
Para inaugurar os bate-papos convidei os escritores Nelson de Oliveira e Marcelino Freire.


Conversas no sotão - Bate-papo com escritores

Participe! Evento gratuito

Data: 23/06 – terça-feira
Local: Av. Paulista, 509 – Cerqueira César – Tel.: 2167-9900
Horário: das 19h30 às 21h30h
Escritores convidados: Marcelino Freire e Nelson de Oliveira
Mediação: Marcelo Maluf


Sinopse: Com coordenação e mediação do escritor e blogueiro Marcelo Maluf, o evento contará com a presença de dois autores batendo um papo a respeito do processo de criação de seus livros, os segredos, estratégias e caminhos que cada escritor trilhou para a produção e concretização de sua obra. Além de debater sua forma e o seu conteúdo. Neste encontro os autores vão discutir as obras RASIF - Mar que arrebenta e A maldição do macho.


Marcelino Freire nasceu em 1967 em Sertânia, PE. Vive em São Paulo desde 1991. É autor, entre outros, dos livros de contos Angu de Sangue (Ateliê Editorial), Contos Negreiros (Editora Record), com o qual ganhou o Prêmio Jabuti 2006, e do recém-lançado RASIF - Mar que Arrebenta (Record), este, um dos finalistas ao Prêmio Portugal Telecom 2009. Em 2004, idealizou e organizou a antologia Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século (Ateliê Editorial). Mantém o eraOdito (www.eraodito.blogspot.com), apontado, em recente pesquisa da revista Bula, como um dos vinte blogs mais influentes da rede.


Nelson de Oliveira nasceu 1966, em Guaíra (SP), e há mais de vinte anos vive em São Paulo. É professor universitário, editor e autor dos livros Ódio sustenido (contos, Língua Geral, 2007), Algum lugar em parte alguma (contos, Record, 2006), A maldição do macho (romance, Record, 2002) e Subsolo infinito (romance, Companhia das Letras, 2000), entre outros. Organizou duas antologias: Geração 90: manuscritos de computador (Boitempo, 2001) e Geração 90: os transgressores (Boitempo, 2003). Recebeu vários prêmios como Casa de las Américas, o da Fundação Cultural da Bahia, duas vezes o da APCA e o da Fundação Biblioteca Nacional.
Imagem: Rogério Pinto