Minha entrevistada da vez é a escritora e roteirista S.C. BALDER. Nossa conversa se deu assim:1. Qual é o seu "lugar imaginário" favorito dentro da literatura?
R.: Não cresci muito, emocionalmente falando, não. Ainda perdura no meu espírito 'Neverland'...No momento, outro lugar imaginário passeia em mim: 'Iko'. É um lugar ideal, numa galáxia ideal,da qual 'Kyw' –Maya'ya, atual personagem e título do meu recente livro– provém. Lá a harmonia,beleza e prazer são constantes; lá nenhum ser sofre ou se magoa: há vida plena, pura e em real abundância, distante dos dissabores todos experimentados pelos humanos, submetidos ao (cruel)"be-go-do".
R.: Não cresci muito, emocionalmente falando, não. Ainda perdura no meu espírito 'Neverland'...No momento, outro lugar imaginário passeia em mim: 'Iko'. É um lugar ideal, numa galáxia ideal,da qual 'Kyw' –Maya'ya, atual personagem e título do meu recente livro– provém. Lá a harmonia,beleza e prazer são constantes; lá nenhum ser sofre ou se magoa: há vida plena, pura e em real abundância, distante dos dissabores todos experimentados pelos humanos, submetidos ao (cruel)"be-go-do".
2. Se você entrasse no labirinto de Creta e deparasse com o Minotauro, o que você faria ou diria para ele?
R.: Estancaria, algo desafiante, e diria: "Se liga, Astérion: eu sou 'assim' com o Teseu!" Caso ele não retrocedesse, nem se intimidasse, eu usaria meu Nextel-linha-direta com o Olimpo e, enquanto corria, apelava pra Zeus!
R.: Estancaria, algo desafiante, e diria: "Se liga, Astérion: eu sou 'assim' com o Teseu!" Caso ele não retrocedesse, nem se intimidasse, eu usaria meu Nextel-linha-direta com o Olimpo e, enquanto corria, apelava pra Zeus!
3. Se você pudesse escolher ser um personagem da história da literatura, qual seria?
R.: Já dá pra desconfiar, depois da primeira resposta: Peter Pan, é o escolhido. Mas não me importaria de ser o Artemis Fowl.
R.: Já dá pra desconfiar, depois da primeira resposta: Peter Pan, é o escolhido. Mas não me importaria de ser o Artemis Fowl.
4. Qual é a importância da imaginação no seu processo criativo?
R.: Imaginação?! Como assim? Você não se refere à 'realidade' no meu processo criativo? Meu universo sempre foi o imaginativo; eu bato ponto por lá e venho cumprir umas horas no lado de cá, pra me manter a par...
R.: Imaginação?! Como assim? Você não se refere à 'realidade' no meu processo criativo? Meu universo sempre foi o imaginativo; eu bato ponto por lá e venho cumprir umas horas no lado de cá, pra me manter a par...
5. Qual foi o autor ou livro que, na sua infância ou adolescência, te fez gostar de ler, ter o prazer da leitura?
R.: Eu já marcava meu espírito com várias maravilhosas histórias desde criança. Minha 'goelita' (avozinha em espanhol) narrava contos alegóricos e fábulas pra minha irmã e pra mim, e eu vivia encontrando um livro aqui e acolá pela casa, que me punha a ler; lembro das histórias mas não dos seus donos. O primeirão, mesmo, que marcou presença foi o Monteiro Lobato. Seguiu-se o poeta José Mauro de Vasconcellos, começando pelo "O meu pé...", seguindo por "Rosinha...", o trágico "Coração de Vidro" e, entre outros, o "Frei abóbora", que custou a desprender de mim...
R.: Eu já marcava meu espírito com várias maravilhosas histórias desde criança. Minha 'goelita' (avozinha em espanhol) narrava contos alegóricos e fábulas pra minha irmã e pra mim, e eu vivia encontrando um livro aqui e acolá pela casa, que me punha a ler; lembro das histórias mas não dos seus donos. O primeirão, mesmo, que marcou presença foi o Monteiro Lobato. Seguiu-se o poeta José Mauro de Vasconcellos, começando pelo "O meu pé...", seguindo por "Rosinha...", o trágico "Coração de Vidro" e, entre outros, o "Frei abóbora", que custou a desprender de mim...
6. Se você tivesse uma máquina do tempo, que escritor(a) do passado você desejaria encontrar?
R.: Por acreditar que ele não era humano e, sim, um extraterrestre, o Antoine de Saint-Exupéry.
R.: Por acreditar que ele não era humano e, sim, um extraterrestre, o Antoine de Saint-Exupéry.

S.C.Balder nasceu em Marília, SP. Cursou Artes Plásticas e bacharelou-se em Comunicação Visual. Já expôs individualmente telas de pintura fosforescentes, para serem vistas nos escuro –recentemente reapresentadas no MIS, na coletiva "Artes&Tecnologias do Séc XXI"; adora fazer roteiros e é autora de episódios, minisséries e novelas para tevê. Além das artes, é aficionada por ciências e filosofia, das quais vira-e-mexe lê obras, revistas e vê filmes afins, filtrando mirabolantes e originais idéias acerca do cosmos e da nossa vida. 'Maya’ya, o extranho’ é o seu segundo livro publicado; "Segue-me, e faça tudo que o mestre mandar", o primeiro, aborda a filosofia cristã e a interpreta, através de uma viagem virtual ao início desta era.
Para saber mais, acesse: http://www.mayaya.com.br/
endereços: sonia@neosophia.com.br; do novo livro, contato@mayaya.com.br
endereços: sonia@neosophia.com.br; do novo livro, contato@mayaya.com.br
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