31.8.12

Curso: FANTASIA, MISTÉRIO E AVENTURA na arte de escrever histórias para jovens leitores

Como escrever histórias de aventura, fantasia e mistério para jovens leitores? 
Caminhos, descaminhos e possibilidades narrativas. 
 


O curso tem por objetivo desvendar o imaginário fantástico na literatura infanto-juvenil e juvenil. Trilhar o caminho de grandes narradores nesses gêneros a fim de revelar estruturas e segredos da ficção de fantasia, aventura e mistério, tendo como foco a prática da criação literária, a análise dos textos produzidos e o desbloqueio do imaginário fantástico por meio de propostas de criação para narrar uma boa história. E ainda, outros temas do curso:  Seguindo os passos do herói. Algumas experiências dos surrealistas: o universo dos sonhos e dos símbolos e os exercícios de imaginação de Alejandro Jodorowsky.
Ministrado por Marcelo Maluf

8 encontros
Dias: Terças-feiras: das 19h30 às 22h00.
Quando: 11, 18, 25 de setembro e 02, 09, 16, 23 e 30 de outubro.
Vagas: 15
A quem se destina: escritores em formação, aspirantes ao ofício, para quem já escreve, mas quer desbravar os caminhos do imaginário fantástico na literatura, para quem deseja desbloquear sua escrita criativa e interessados em geral em literatura infanto-juvenil e juvenil.
Programa do curso:
- A ficção de aventura, fantasia, mistério e o realismo mágico na literatura – Grandes narradores: R.L. Stevenson, Mark Twain, Michael Ende, Roald Dahl, C.S. Lewis, J.R.R. Tolkien, E. Nesbit, Neil Gaiman, Diana Wynne Jones, Ray Bradbury, Lemony Snicket, John Bellairs, Cornelia Funke, Rudyard Kipling, entre outros.
- Desbloqueando o imaginário fantástico e a criatividade no texto literário
- Conhecendo e criando: Criaturas fantásticas
- Conhecendo e criando: Lugares imaginários
- Conhecendo e criando: Mitos, lendas e Contos maravilhosos
- Como escrever histórias de aventura, fantasia e mistério? Caminhos, descaminhos e possibilidades.
- Seguindo os passos do herói.
- Algumas experiências dos surrealistas: o universo dos sonhos e dos símbolos.
- Os exercícios de imaginação de Alejandro Jodorowsky
- Análise e leitura compartilhada dos textos.
 
Quanto: Investimento total: R$ 375,00 - podendo ser parcelado em até 3 vezes de R$ 125,00. (Cheques pré-datados)
ou R$ 330,00 à vista.
Formas de pagamento: cheque, dinheiro ou depósito bancário.
Onde: Espaço Terapêutico Dança da Realidade
Rua Oscar Guanabarino, 57 - Aclimação - São Paulo
Saiba mais e Faça sua inscrição pelo e-mail: espacodancadarealidade@gmail.com
Ou telefone para (11) 3205.0912
Para saber mais, acesse: www.espacodancadarealidade.com



Marcelo Maluf é escritor e professor de criação literária. Graduou-se em Arte-educação (2004) e fez mestrado em Artes, (2007) ambos pelo Instituto de Artes da UNESP.
Escreveu as novelas infanto-juvenis: “Jorge do Pântano que fica logo Ali” (FTD, 2008), “Meu pai sabe voar” (FTD, 2009) em parceria com Daniela Pinotti – livro selecionado pela FNLIJ para o catálogo da Feira de Bolonha - 2010. Organizou a antologia de contos infanto-juvenis “Era uma vez para Sempre” (Editora Terracota, 2009) com a presença de autores como: Tatiana Belinky, Heloísa Prieto, Índigo, Silvana Tavano, Jorge Miguel Marinho, Leo Cunha, Luiz Roberto Guedes, Claudio Fragata, entre outros. Em 2012 publicou “Esquece tudo agora" seu primeiro livro de contos para o público adulto que recebeu o seguinte comentário do escritor João Anzanello Carrascoza: “Marcelo Maluf revela segurança narrativa, rica fabulação e muito rigor no trato com a linguagem. Sua literatura tem personalidade, estilo e temas próprios, além de singularidade”. Lançou na Bienal do livro de São Paulo, a ficção infantil: “As casas” (Editora Cortez, 2012) em parceria com Fábio Supérbi e Juliana Notari. Para 2013 também sai o livro infantil “A fabulosa história de Manuela” (Editora Autêntica). Além de ter contos publicados em diversas antologias e sites.
Como professor de criação literária ministrou aulas no curso de pós-graduação em Criação literária da Unicsul (Universidade Cruzeiro do Sul), com o módulo Infanto-juvenil. Ministrou oficinas de escrita criativa no Centro Cultural São Paulo e no Espaço Terapêutico Dança da Realidade. Realizou em maio e junho de 2012, em parceria com o SESC Osasco o projeto literário: Primeira pessoa – Contos para saber ser, como curador, palestrante e ministrando oficinas de criação literária. Marcelo colabora com o portal de literatura MusaRara com a coluna “Alfabeto das Nuvens”: (http://www.musarara.com.br/alfabeto-das-nuvens) dedicada a literatura para crianças e jovens.
Escreve quinzenalmente para o site Página Dois, na seção: Pagininha (http://www.paginadois.com.br/pagininha/index.php?autor=8)

28.8.12

E assim se começa uma história…

E assim se começa uma história…


 Imagem: Isol

Como é que se começa uma história? Talvez uma das coisas mais difíceis em escrever ficção para crianças, jovens ou adultos é como começar um texto. A primeira palavra, frase, a primeira voz, o primeiro encontro, o primeiro som, ruído que irá ser causado entre leitor e autor é, sem dúvida, um grande desafio para muitos escritores.
Quando escrevo para crianças quero, num primeiro momento, conquistar o leitor, no sentido de trazê-lo comigo para efetivar o mergulho em meu universo imaginário, encantá-lo se possível com esse convite, com essa história que tomei de empréstimo, e com essas primeiras palavras me preparo para operar um sequestro poético. Quero que ele me acompanhe nessa jornada. Para narrar.
Das histórias que li para pequenos e jovens leitores e me capturaram desde o princípio, aqui estão alguns exemplos que considero de mestres. E creio, também tenham apanhado o leitor de todas as idades:

“Um dia o rei ficou surdo. Não como uma porta, mas como uma janela de dois batentes. Ouvia tudo do lado esquerdo, do direito não ouvia nada”. (Marina Colasanti, in: As notícias e o mel)

“Em sua busca do legendário país da Bobolândia, o gracejólogo e absurdônomo de fama internacional, Estanislau Toquinho, certo dia descobriu, no meio do oceano, uma ilha que não constava de nenhum mapa”. (Michael Ende, in: Espirrapé e Beijanariz)

“Era uma vez Pinóquio. Mas não aquele do livro de Pinóquio, um outro. Era feito de madeira também, mas não era o mesmo. Não tinha sido feito por Gepeto, tinha se feito sozinho”. (Gianni Rodari, in: Pinóquio, o esperto)

“Sob a palma de uma das mãos, o menino se conscientizou da crosta de um velho corte no joelho. Curvou-se para frente a fim de examiná-la de perto. Uma crosta sempre foi uma coisa fascinante, significava um desafio especial ao qual ele jamais conseguiria resistir”. (Roald Dahl, in: O desejo).

“Nunca tinham cortado o cabelo dela. Nem mesmo para aparar as pontas. Margarida não queria. Por isso ele era tão comprido. Compridíssimo. Sua trança preta chegava a dar a volta no quarteirão”. (Elsa Bornemann, in: Uma trança muito comprida)

“Na terra de Ingary, onde coisas como botas-de-sete-léguas e mantos de invisibilidade existem, é um verdadeiro infortúnio ser a mais velha de três irmãs. Todos sabem que é você que vai sofrer o primeiro, e maior, fracasso se as três saírem em busca da sorte”. (Diana Wynne Jones, in: O castelo animado)

“Um gato nunca pensaria em fincar as garras no rosto de uma pessoa e ficar pendurado ali: uma pata em cada bochecha. Não é confortável para eles”. (Índigo, in: Hormônios assassinos).

“Nasci com água no cérebro.
Tudo bem, esta não é exatamente a verdade. De fato, nasci com excesso de fluido cerebroespinhal dentro do crânio. Mas fluido cerebroespinhal é apenas um jeito elegante de os médicos se referirem à graxa dos miolos”. (Sherman Alexei, in: Diário absolutamente verdadeiro de um índio de meio expediente)

“Enquanto o Pequeno Polegar, abandonado na floresta, semeava pedrinhas para depois poder achar o caminho de volta, nem desconfiava que estava sendo seguido por uma avestruz que devorava suas pedrinhas, uma por uma”. (Jacques Prévert, in: A avestruz).

“Essa mulher que matou os peixes infelizmente sou eu. Mas juro a vocês que foi sem querer. Logo eu! que não tenho coragem de matar uma coisa viva! Até deixo de matar uma barata ou outra”. (Clarice Lispector, in: A mulher que matou os peixes)


Esses começos dizem ao jovem leitor que a partir do início da leitura, estaremos juntos: leitor/autor/palavra em um acordo mútuo. São trechos de inícios de histórias que nos tomam da realidade ordinária para o imaginário do escritor. Mas que, de alguma maneira, deixam em nós uma vontade de seguir adiante com aquela narrativa. Somos capturados pelo COMO foi escrito aquilo que sendo dito numa conversa informal perderia o interesse. Essa possibilidade de começar a contar e prender o leitor remonta a ancestralidade dos primeiros contadores de histórias, assim como da busca pela qualidade literária do texto. O que se dá pela escrita em comunhão com o imaginário.
E é assim que se começa a contar uma história. E é assim que se escrevem histórias para crianças e jovens; o escritor na mediação do encontro entre leitor e palavra.

Texto originalmente publicado em:

24.8.12

O exercício da escrita para crianças e jovens ou O alfabeto das nuvens

Inicio essa prosa dizendo entre outros papos, questões e reflexões que:
A voz da literatura infantojuvenil está aí há um bom tempo. Datam do século XVII, XVIII suas primeiras manifestações. Dos Irmãos Grimm passando por Andersen e companhia se discute: se a LIJ é gênero ou não, se é para leitores de 0 a 100 anos, se é para fins pedagógicos, se é moralista, poética ou lugar, por excelência, do imaginário fantástico, do devaneio, da diversão, entre outras meditações que sempre dão pano para manga.

 Roald Dahl, autor entre outros de "A fantástica fábrica de chocolate" e "James e o pêssego gigante".

Escritores de períodos e nacionalidades distintas vêm cultivando o exercício da escrita para crianças e jovens, sejam àqueles que se dedicam exclusivamente a ela ou àqueles que transitam pelos diversos públicos. E para além dos rótulos, a verdade é que (e não é de hoje) a LIJ vem ganhando cada vez mais espaço e conquistando leitores de todas as idades e críticos dos mais exigentes, com exceção daqueles escravizados por cânones. O que se pode concluir é que o preconceito está sendo superado e a qualidade de muitos autores reconhecida, sem necessariamente pertencerem ao rol dos escritores “sérios”. Escrever boa literatura seja para criança, jovem ou adulto é uma atividade que exige muito trabalho: reescrever, reescrever, reescrever, burilar, cortar, ler, ler, ler, reler…Assim é: produzir algo que se sustente não é e nunca foi fácil.
Outro fato que precisa ser dito é que escrever para crianças não é dar aulas de bons modos, não é enquadrá-los, não se trata de ter uma mensagem moralista, nem servir de sossega leão literário. Subestimar o leitor é um crime. É preciso ter boas histórias bem escritas e não “mensagens” catequizantes. E o que realmente interessa é o sensível, o poder que cada autor tem de dançar e encantar com palavras o leitor. De sussurrar segredos no ouvido dos elefantes ou de devanear sobre a pena e a pedra.

Imagem: Bernhard Oberdieck

Escrever para jovens leitores tem haver com despir-se de opiniões já estabelecidas, está mais afinado com subversão do que com sistema de regras. É mais quântico do que cartesiano. Neste sentido o texto literário dedicado aos pequenos aproxima-se do texto poético, pelo princípio de experiência e potencialidade inerente a sua essência imaginosa e delirante. Costumo dizer que para escrever para crianças é necessário conhecer o Alfabeto das Nuvens, plainar entre nuvens líquidas ou as cumulonimbus (aprendi isso assistindo a animação UP, da Pixar), independente das correntes de ventos atmosféricos. É claro que nem sempre os textos precisam ir por esse caminho, textos mais realistas também tem o seu lugar garantido. O que não se pode perder para nenhuma literatura é o despertar do sensível, início e abertura de toda e qualquer produção artística. Enfim, há muito que devanear sobre nuvens e alfabetos.

Texto originalmente publicado em:

6.8.12

Lançamento do livro AS CASAS

 É com imenso prazer que convido a todos para o lançamento do livro infantil AS CASAS (Cortez Editora) que escrevi em parceria com Fábio Supérbi e Juliana Notari.


Quando: Dia 13/08
20h
No estande da Cortez Editora
Rua F, no. 90 - Pavilhão de exposições do Anhembi - São Paulo

AS CASAS

Fábio Supérbi

Juliana Notari
Marcelo Maluf



As diferenças entre as pessoas sempre as afastam ou podem uni-las? Somos seres muito diferentes uns dos outros e nossas particularidades nos complementam. “As Casas”, escrito a seis mãos por Fábio Supérbi, Juliana Notari e Marcelo Maluf, conta a história dos vizinhos João e Antônio, que são bem diferentes. João é redondo e Antonio é quadrado. João recicla o lixo, tem uma horta em seu quintal e tudo é redondo em sua casa, até o seu cachorro. Antonio toca xilofone, não sabe muito bem o que fazer com o seu lixo, e tudo é quadrado em sua casa, até o seu cachorro. E apesar de tantas diferenças em seus estilos de ser e de viver, eles tem pontos em comum: a paixão pela música e pelos livros, além do fato de viverem sozinhos na companhia de seus cães.
Será que João pode aprender alguma coisa com Antonio? E vice-versa?
Essa sensível e poética história nos leva ao cotidiano da vida desses dois personagens, onde poderemos encontrar diversidade e compreensão, amizade e compaixão. Tudo isso tendo como pano de fundo questões da sustentabilidade e consciência para viver num mundo melhor, onde as diferenças são somadas para daí surgir uma nova perspectiva.
Trata-se, enfim, de uma história poética e bem humorada onde a vida ganha quando se juntam pessoas com compreensão e respeito pelo outro. Vale dizer ainda que, As casas é originalmente um espetáculo com bonecos que agora virou livro.

Na ocasião do lançamento haverá a presentação do espetáculo!
Conto com a presença de todos! Até lá! 
 

2.8.12

Vem aí: AS CASAS (Ed. Cortez) O livro e o espetáculo!

Juliana, Fábio e Marcelo

Escrevi o livro  "As Casas" (Editora Cortez, 2012) em parceria com meus queridos amigos Juliana Notari e Fábio Superbi. Recentemente recebi o convite para juntos escrevermos a versão para livro do espetáculo para bonecos homônimo criado por eles. Originalmente uma peça sem texto, com a poética das imagens e da música. Mergulhei no universo fascinante de Antonio e de João e pude vê-los nascendo também na linguagem literária. O resultado dessa parceria será publicado pela Editora Cortez no dia 13 de agosto, na Bienal do livro e pode começar a ser conferido aqui: http://ascasasespetaculoelivro.blogspot.com.br/

25.4.12

Oficina de teoria e prática: “A literatura infanto-juvenil e seus caminhos”



Oficina de teoria e prática: “A literatura infanto-juvenil e seus caminhos”
Com Marcelo Maluf

Programa da oficina
- O  que é o texto literário destinado a  crianças e jovens: caminhos.
- Da tradição oral as histórias contemporâneas
- Os grandes mestres narradores
- Cinema e a literatura infanto-juvenil
- Mistério, fantasia, fantástico e caminhos do imaginário em LIJ
- Poesia para crianças
- Autores contemporâneos
- Acompanhamento de projetos

 



Quando: de 07 de maio a 02 de julho - 10 encontros, às segundas-feiras, das 19h30 às 22h
Investimento total: R$ 600,00 (Parcelado em até 3 vezes) ou à vista R$ 550,00. Cheque, dinheiro ou depósito bancário.
Onde: Espaço Terapeutico Dança da Realidade
próximo ao Parque da Aclimação
Contato e inscrição: 
malufmarcelo@gmail.com

15.12.10

Soluço de Dezembro


abraçar alguém

é reinventar o sono

do beija-flor


o desejo íntimo

das tartarugas é ouvir

o homem pensando


depois da meia-noite

nenhum cometa quer

ser pássaro


o homem morre porque inventa



8.11.10

Um pé de lagartas



agora que estou

varando o solo

com pés místicos, eu

que só flutuei em

cabeças de poetas e

gênios de sonho

agora invento uma

goiabeira sem fim, eu

que não sei

o que penso agora

sinto meus músculos

derretendo no capim

2.8.10

Mergulho no Rio Negro


o rio comeu

os meus óculos

deixou minha vista

desiludida

queria ele

que eu

calasse

fundo

o rio me quis míope

que era para

eu não ficar surdo


agora

aonde quer

que eu vá

me percebo

boto

piranha

jacaré


ouço

o rio

e silencio


correnteza

em todo lugar

6.7.10

Minha entrevista para o Zebra 5 - Tem jogo e tem Arte

O Zebra 5 é um blog, um grupo, um site, um jogo, um movimento, um happening, um lance de dados...Bem, fui convidado por um grande amigo, artista educador, torcedor do fluminense e amante da natureza, dos animais e de quadrinhos: Alberto Tembo, para essa entrevista pra lá de divertida e cheia de jogo e de arte. Confiram essa conversa AQUI! E conheçam melhor o que o ZEBRA 5 faz!

5.7.10

Curso: Prática de Criação Literária


Amigos, dia 3 de agosto é o início da próxima turma do curso de Prática de Criação Literária.

A ênfase na prática de diversos gêneros literários, em prosa e verso, é a principal característica do curso de pós-graduação promovido pela Terracota Editora e pela Universidade Cruzeiro do Sul.

Essa ênfase faz dele a primeira etapa na formação de escritores completos, com amplo conhecimento dos gêneros literários e da realidade editorial.

Os módulos são ministrados por professores criadores, que dominam não só o ofício que praticam, mas também a teoria e a técnica em torno desse ofício.

Ao final do curso é publicada uma coletânea com os melhores textos dos alunos.

O curso pode ser frequentado de duas formas:

1) Para os já graduados, interessados em se aprofundar nas questões da prática da criação literária, o curso serve como alternativa de pós-graduação lato sensu. Neste caso, são doze módulos: oito de criação, abordando os gêneros textuais, e quatro acadêmicos. O lato sensu é certificado pela Universidade Cruzeiro do Sul.

2) Para os escritores iniciantes com vontade de conhecer e praticar os diversos gêneros literários, o curso pode ser frequentado de forma livre. Neste caso são oito módulos disponíveis, de criação.

Se quiserem mais detalhes, visitem o site do curso: http://terracotaeditora.com.br/pcl/
Imagem: Rogério Pinto