Imagem: Rogério Pinto

8.7.09

A Sombra de um Cedro ou Minha Primeira Crônica Familiar


Sentados à mesa, Hasam, Karima e Assad olhavam a figura de Fayard comendo tabule. Rafi nascia enquanto Zahara beijava Aziz debaixo de um cedro. Fadel bebia arak e segurava um punhal para ganhar Ulima à força. Garib sabia que Bachir matara Vidókia com o revólver de Badi. Ranya vomitava coalhada seca no colo de Tayeb. Na décima sexta lua Fuad trouxe carneiro para festejar. Sentados à mesa, Xarif, Najla e Sabre olhavam a figura de Taufic comendo chanclixe. Mustafá mordia a perna de Samira enquanto o carneiro assava. Zinara afogava o tio Nagibe entre as coxas. Rozala tecia um tapete para o casamento. Abud apodrecia no caixão enquanto Odila deixava que Alaor a invadisse. Sentados à mesa, Albatenio, Altair e Zuleica olhavam a figura de Adail comendo babaganuche. Al-Samir se despediu da família no cais do porto. Maala rompeu o hímem com uma escova de cabelo. Tersa fugiu para Beirute e morreu num bombardeio. Abdelmaleque aos dois anos ainda mamava em Zuleica. Kaab possuído por um Djin furou o tímpano de Jamal com uma tesoura. Sentados à mesa, Munir, Nahbi e Sila olhavam a figura de Kassim comendo kibe cru com cebola e hortelã.
Rafi nascia enquanto Odila deixava que Alaor a invadisse. Tersa fugiu para Beirute na décima sexta lua. Fuad segurava um punhal para ganhar Ulima à força. Garib sabia que Bachir bebia Arak. Ranya vomitava uma escova de cabelo no colo de Taybe. Abdelmaleque aos dois anos trouxe carneiro para festejar. Sentados à mesa, Munir, Nahbi e Sila olhavam a figura de Kassim no caixão comendo kibe cru com cebola e hortelã. Mustafá mordia o tio Nagibe entre as coxas. Al-Samir furou a perna de Samira enquanto o carneiro assava. Rozala tecia o hímem com coalhada seca. Abud apodrecia um tapete para o casamento. Zahara beijava Aziz com o revólver de Badi. Fadel ainda mamava. Morreu num bombardeio. Odila matara Vidókia debaixo de um cedro. Sentados à mesa, Albatenio, Altair e Zuleica olhavam a figura de Adail comendo chanclixe com uma tesoura. Kaab possuído por um Djin se despediu da família no cais do porto. Maala rompeu o tímpano de Jamal. Zinara se afogava em babaganuche. Sentados à mesa, Xarif, Najla e Sabre olhavam a figura de Taufic comendo Zuleica.

7.7.09

Galeria do Labirinto: Marilia Pirillo












Marilia Pirillo nasceu em Porto Alegre em 1969, cursou Artes Plásticas e se graduou em Publicidade e Propaganda. Começou a ilustrar livros infantis em 1995. Trabalhou com projeto gráfico, editoração e ilustrou anúncios, embalagens, sites, cartilhas, revistas e diversos materiais gráficos dirigidos ao público infantil durante os cinco anos em que foi sócia do estúdio de ilustração e animação, Laboratório de Desenhos.
Em 2004 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde reside atualmente. Participou de diversos cursos ligados a literatura, roteiro e criação de textos para o público infantil e juvenil. Cursou pintura, aquarela, acrílica e em 2007 fez dois cursos de aperfeiçoamento em ilustração infantil em Sármede, na Itália.
Em 2008, publicou seu primeiro livro como autora juvenil – “Baratinada”, Editora Biruta – e, em 2009, lançou seus dois primeiros livros como autora infantil – “Bonifácio, o porquinho”, Editora WMF Martins Fontes e “Bagunça e Arrumação”, Editora Prumo.
Para saber mais visite:
www.mariliapirillo.com


4.7.09

Conversas no Sótão com Sônia Barros


Minha entrevistada da vez é a poetisa e escritora Sônia Barros. Apesar de termos nascido na mesma cidade, só vim conhecer a Sônia através da sua literatura. Ela é uma das autoras que convidei para a antologia Era uma vez para Sempre, da Terracota Editora.
E assim se deu o nosso papo:


1. Sônia, qual é o seu "lugar imaginário" favorito dentro da literatura?
R. A rede em que balançou a menina Clarice do conto Felicidade clandestina,depois de conseguir o livro tão desejado. Toda vez que leio esse conto, imagino que sou eu ali, sentada na rede "com o livro aberto no colo, em êxtase puríssimo".

2. Se você entrasse no labirinto de Creta e deparasse com o Minotauro, o que você faria ou diria para ele?
R. Eu o convidaria para um voo!

3. Se você pudesse escolher ser um personagem da história da literatura, qual seria?
R. Sem dúvida, a Emília. Às vezes gostaria de ser menos "certinha" e ter o atrevimento dessa personagem tão marcante de Lobato: inteligente, irreverente, crítica, livre!


4. Qual é a importância da imaginação e da memória em seu processo criativo?
R. Ambas são essenciais. Em alguns momentos uma se mistura à outra a ponto de eu não saber o que nasceu da memória, de uma experiência vivida, e o que é fruto da imaginação. De verdade, já fiquei em dúvida! Mas isso depende muito do texto que estou escrevendo. Na maioria das vezes, parto de uma observação que me suspendeu, me prendeu por algum motivo. E só depois vou imaginar, criar personagens e situações. Ou então, recriá-los, quando despertados da memória... Invariavelmente o processo é longo. Escrevo e reescrevo. Deixo o texto descansar por um tempo e depois volto a ele. Leio novamente e vou cortando os excessos, o que também demora. Às vezes levo mais de um ano para sentir que um texto meu, em prosa ou poesia, está pronto.




5. Qual foi o autor ou livro que, na sua infância ou adolescência, te fez gostar de ler, ter o prazer da leitura?
R. Na infância foi Monteiro Lobato e na adolescência Clarice Lispector. Embora eu não compreendesse tudo o que lia de Clarice, fiquei tão fascinada que eu queria conhecer a autora. Quando descobri que Clarice havia morrido chorei muito e escrevi minha primeira história, dedicada a ela. Mas a maior responsável pelo meu encantamento diante da literatura não foi uma autora, ao contrário, foi uma pessoa que mal frequentou escola e que trabalhou a vida toda como empregada doméstica. Foi minha mãe adotiva que, desde sempre, me contava histórias e que me levou a uma biblioteca antes mesmo de me levar à escola! Sem saber, ela meu deu o maior de todos os tesouros. Graças a ela, o livro se tornou meu brinquedo favorito, uma caixa surpresa que me fazia voar. E eu não conseguia ficar um dia sequer sem voar! Hoje, além de continuar voando, confecciono caixinhas surpresa desejando que outros corações voem também.



SÔNIA BARROS
Nasceu em 24 de agosto de 1968. Mora em Santa Bárbara d´Oeste, no interior de São Paulo. É casada com Diógenes Roberto Cerântola e tem um filho, Bruno. Publicou treze livros, entre eles: O segredo da xícara cor de nuvem, Ed. Moderna; Asas de dentro, Ed. Scipione; Onde o céu acontece, Atual/Saraiva; Ciranda mágica, Positivo; Coisa Boa, Moderna; Saudade doída, Quinteto/FTD; O gato que comia couve-flor, Atual/Saraiva; Mezzo vôo, nankin editorial. www.algumapoesia.com.br/poesia2/poesianet207.htm

3.7.09

Cursos de Férias! Imaginação, Criação, Contos de Fadas e Rock!

Saiba detalhes dos cursos acessando o site do Espaço Cultural Terracota: http://www.terracotaeditora.com.br/
Dúvidas e Informações: 11-2645-0549
labmind@labmind.com.br

1.7.09

A revista COYOTE chega ao número 19!


Foto da capa: Rogério Ivano
A Revista de Literatura e Arte COYOTE chega ao número 19. Com uma entrevista inédita de João Cabral de Melo Neto, feita pelo poeta gaúcho Thomaz Albarnoz Neves. Cabral diz coisas surpreendentes. Tipo isso: “Quando estava morando em Barcelona, tinha acabado de escrever e publicar a ‘Psicologia da Composição’ e estava certo de que não iria mais escrever poesia.”

Tem mais: poemas da brasileira Annita Costa Malufe, da portuguesa Ana Luísa Amaral, do norte-americano George Oppen (traduzidos por Ruy Vasconcelos) e da espanhola (radicada no Paraguai) Montserrat Alvarez (traduzidos por Luiz Roberto Guedes); contos de Marcelo Maluf, Reni Adriano e Donald Barthelme (traduzido por Caetano Waldrigues Galindo), quadrinhos da dupla Teo Adorno e Luiz Brás e fotos do londrinense Rogério Ivano. Tem poemas do Ademir Assunção, do seu novo livro, ainda inédito.

Quem estiver interessado, Coyote 19 já está chegando nas livrarias. Se não encontrar, vá direto ao Sebo do Bac que é tiro certeiro: http://www.sebodobac.com/.

29.6.09

Lançamento do Bla Bla Blogue, no Rio de Janeiro

Amanhã estarei na Livraria Odeon, no Rio de Janeiro, para o lançamento do Bla Bla blogue!

Blablablogue: crônicas e confissões (Antologia de textos publicados em blogues)

Organizador: Nelson de Oliveira
Lançamento no Rio: 30 de Junho de 2009

Livraria Odeon

Praça Floriano, 7

Cinelândia - Rio de Janeiro/RJ

19h30

28.6.09

Para um Domingo Cinza

27.6.09

Carlos "Véio" Braz (1965-2009) Saudades!


Há duas semanas eu vivi momentos muito difícies com um grande amigo e irmão, internado na UTI, vítima de aneurisma. Não quis comentar nada no blogue, achei que não devia compartilhar tamanha dor... Infelizmente ele faleceu e tudo foi tão rápido e tão intenso que ainda experimento a sensação de que ele não nos deixou e que está entre nós. Mas ontem, lendo o blogue (http://www.oesquema.com.br/) do Jornalista e amigo de velhos tempos, Alexandre Matias, me deparei com uma homenagem ao meu querido amigo. Homenagem que me trouxe saudades, e me lembrou de tantos outros amigos, e me deu a certeza de que meu velho companheiro de tantos anos e cúmplice de invenções musicais - ele era baixista da minha banda - havia mesmo partido. Alexandre escreve toda trajetória da banda (Concreteness) na década de 90 e rememora um passado que já me parecia tão distante e que, agora, já não parece mais. Gracias, Alexandre, por suas palavras e pela homenagem a este nosso irmão.

Para ler a matéria, clique AQUI.

26.6.09

Minha Oficina na Casa das Rosas e Dulcinéia Catadora


Amanhã, 27, sábado, estarei na Casa das Rosas, dentro do projeto "Reciclagem e Dulcinéia Catadora".

Coordenarei a oficina de criação literária (conto) com enfoque no imaginário fantástico e na literatura infanto-juvenil. Os participantes montarão seu próprio livro com capa de papelão. São apenas 15 vagas.
Das 14h às 16h30. Não precisa se inscrever antecipadamente, é só chegar um pouquinho antes.

Para quem não conhece, a Dulcinéia Catadora integra a rede de selos cartoneros na América Latina: além do Eloísa na Argentina, existe um núcleo no Peru, o Sarita Cartonera, o Yerba Mala na Bolívia, Yiyi Jambo no Paraguai, Animita no Chile, La Cartonera no México. Esses projetos-irmãos possibilitam a divulgação dos novos autores por toda a América Latina, trabalhando na contramão do mercado editorial, abrindo seus próprios caminhos paralelos na história da literatura latino-americana.



Dia 27 de junho - Sábado, das 14h às 16h30. Na Casa das Rosas, na Avenida Paulista.

Conto, com Marcelo Maluf - Oficina de criação literária com enfoque no imaginário fantástico e na literatura infanto-juvenil. Os participantes montarão seu próprio livro com capa de papelão.

25.6.09

Conversas no Sótão com Luiz Ruffato


O meu entrevistado da vez é o escritor Luiz Ruffato. E assim se deu o nosso papo:

1. Luiz, o que você sonhou a noite passada?
R. Eu nunca me lembro dos meus sonhos... Deve ser um grave problema psicanalítico...



2. Ernesto Sábato diz em seu livro “O escritor e seus fantasmas” que a condição mais preciosa do criador é o fanatismo, que nada deve antepor-se à sua criação, deve sacrificar qualquer coisa a ela, que sem esse fanatismo nada de importante se pode fazer. Pra você é assim? Como você encara essa questão em sua literatura?

R. Eu não sei sinceramente se concordo... Eu não suporto a ideia de "fanatismo", seja ele de que espécie for... Para mim, o que me leva a criar são duas coisas: a crença de que, por meio da arte, posso ajudar a melhorar os indivíduos, e portanto o mundo; e a certeza que, por meio da arte, consigo pagar as minhas contas no final do mês.


3. O que importa mais em seu texto: o QUE ou o COMO? Por quê?
R. Não vejo, sinceramente, como separar o "que" do "como"... Para cada "que" há um "como"... O grande desafio do artista é amalgamar de tal maneira o "que" e o "como", que sua criação seja uma fração da representação da vida.

4. Qual é a sua relação com outras linguagens artísticas (música, teatro, cinema, artes plásticas, H.Q, etc) e até que ponto elas influenciam a sua produção literária?
R. Tudo que se move me interessa... Todas as linguagens artísticas eu as devoro e transformo em linguagem literária. Em Eles eram muitos cavalos, minha experiência mais radical nesse sentido, promovo um processo de devoração - antropofágica? - que nem sequer considero esse livro um "romance", mas sim uma "instalação" literária.
5. Por que, afinal, você faz literatura, num país com tão poucos leitores?
R. Exatamente por isso... Eu vivo de literatura há seis anos num país "de tão poucos leitores" - e olha que sou filho de uma mãe analfabeta e de um pai semi-analfabeto. Eu sou um sobrevivente - e como tal, acredito em coisas que as outras pessoas não veem ou fingem não ver...


LUIZ RUFFATO
Nascido em 1961, publicou vários livros, entre eles, (os sobreviventes), em 2000, ganhador do Prêmio Casa de las Américas, de Cuba, Eles eram muitos cavalos, em 2001, também lançado na Itália, França e Portugal e De mim já nem se lembra, em 2007. A partir de 2005, iniciou uma série de cinco volumes, intitulada Inferno provisório, que tenta compor a história da industrialização do Brasil, a partir do ponto de vista do trabalhador urbano. Destes, já saíram Mamma, son tanto felice (também lançado na França), O mundo inimigo, Vista parcial da noite e O livro das impossibilidades. Em setembro, publica Estive em Lisboa e lembreide você, pela Companhia das Letras.

24.6.09

Algumas imagens: Conversas no Sótão, na Martins Fontes

A primeira edição das Conversas no Sótão - ao vivo - foi uma maravilha! Aqui deixo apenas alguns registros fotográficos desse primeiro Bate-papo! Agradeço a Livraria Martins Fontes, pelo espaço, a Terracota Editora e ao Cláudio Brites, pelo apoio e força de sempre, a Daniela Pinotti que tirou essas fotos e a todos que compareceram!


Eu, Marcelino Freire e Nelson de Oliveira. Foram duas horas de um bate-papo sobre o processo criativo de cada autor e suas obras.
Na platéia, que lotou o espaço, estavam leitores, escritores e amigos. Gracias pela presença!

Platéia atenta e questionadora!


Nelson, num momento sorriso!



Marcelino apontando para os livros nas estantes, tentando decifrar em que língua estavam escritos. Teorizou sobre Oh Yes! e Oh No! rsrsrsrs!


Nelson e sua mão grande!

As mãos e os gestos de Marcelino!



Nelson e as mãos. Quantos gestos!!!



Em breve, postarei maiores detalhes do evento! O que foi dito e perguntado! Aguardem!
Que venham os próximos!!! E viva a Literatura Brasileira!

22.6.09

Conversas no Sótão na Martins Fontes!


É isso mesmo! Amanhã estarei mediando um bate-papo com Nelson de Oliveira e Marcelino Freire, numa versão Ao vivo e a Cores das minhas CONVERSAS NO SÓTÃO, na Livraria Martins Fontes.
Data: 23/06 – terça-feira
Local: Av. Paulista, 509 – Cerqueira César – Tel.: 2167-9900
Horário: das 19h30 às 21h30h
Escritores convidados: Marcelino Freire e Nelson de Oliveira
Mediação: Marcelo Maluf
Sinopse: Com coordenação e mediação do escritor e blogueiro Marcelo Maluf, o evento contará com a presença de dois autores batendo um papo a respeito do processo de criação de seus livros, os segredos, estratégias e caminhos que cada escritor trilhou para a produção e concretização de sua obra. Além de debater sua forma e o seu conteúdo. Neste encontro os autores vão discutir as obras RASIF - Mar que arrebenta e A maldição do macho.
O evento é gratuito e é só chegar!

Dica de lançamento: Hotel Novo Mundo, de Ivana Arruda Leite


21.6.09

Festa de lançamento do ERA UMA VEZ PARA SEMPRE

Então aí vai um pequeno registro do que foi o lançamento ontem da antologia ERA UMA VEZ PARA SEMPRE. Não consegui registrar todo mundo com minha câmera! Sei que muita gente fotografou, em breve postarei aqui outras fotos. Mas a festa estava bem bacana! A livraria Martins Fontes ficou lotada de amigos, leitores, escritores, familiares e foi divertidíssimo! Contamos com a presença ilustríssima da nossa madrinha Tatiana Belinky! E cantamos Parabéns pelos seus 90 anos! Marcaram presença também, os autores: Cláudio Fragata, Tânia Alexandre Martinelli, Sônia Barros, Leo Cunha (que veio lá de Minas! De trem! rsrsrs), Maria José Silveira, Valquíria Prates, Daniela Pinotti, Jorge Miguel Marinho, Cláudio Brites, Tereza Yamashita, Luiz Braz, Luiz Roberto Guedes e Silvana Tavano.

Eu, Tatiana Belinky e Tereza Yamashita!



Tânia Alexandre Martinelli (de costas) Sônia Barros, eu e o Cláudio Fragata.




Jorge Miguel Marinho com Sofia, sua neta.


Cláudio Brites, eu, Luiz Bras e Tereza Yamashita.


Rogério Pinto (nosso capista) e o querido amigo e escritor Samir Mesquita.

Kizzy Ysatis e Luiz Roberto Guedes.



Luiz Roberto Guedes, Daniela Pinotti e eu.



Eu e Daniela.


Carlos (nosso editor) e Silvana Tavano.


Tereza Yamashita e Nelson de Oliveira (que assinou o posfácio do Livro).


Tatiana comendo o bolo do começo dos seus próximos 90 anos. Que assim seja!



Tatiana autografando para Tereza!



Maria José Silveira, Sônia Barros, Tânia Alexandre Martinelli, Tatiana e Cláudio Fragata.



Livraria Lotada!!!
Depois tem mais!!!

19.6.09

E amanhã... ERA UMA VEZ PARA SEMPRE!


Caro leitor, você está pronto para ficar de cabelos arrepiados? Assistir a apresentação de um malabarista muito especial? Se encantar com milagres? Conhecer a verdadeira história da mula sem cabeça? Investigar os segredos das bruxas através dos tempos? Encontrar com um rinoceronte de estimação? Desvendar os mistérios dentro de uma sala de aula? Ouvir a história que ouviu um pássaro triste? Se emocionar? Mergulhar em sonhos? Saber da horrível história de um ogro? Seguir a aventura de um menino e um gnomo em busca de um tesouro? Conhecer uma cidade com crianças caolhas? Se espantar com a maldição dos vagalumes? Entender uma garota que não podia assistir o Sílvio Santos? Presenciar um duelo pra lá de sinistro? Conhecer uma menina que encontrou a fórmula mágica da não felicidade? Participar de uma conspiração extraterrestre? Viajar no tempo com um garoto que aos catorze anos foi salvo pelos livros? Conhecer um menino que tinha os cabelos verdes? Decifrar o desaparecimento do nariz de um menino? Espero que sim, pois a jornada é longa e cheia de surpresas!
(Texto que escrevi para a orelha do livro)
Autores: Cláudio Fragata, Cláudio Brites, Daniela Pinotti, Heloísa Prieto, Índigo, Jorge Miguel Marinho, João Anzanello Carrascoza, Leo Cunha, Luiz Bras, Luiz Roberto Guedes, Marcelo Maluf, Marilia Pirillo, Maria José Silveira, Sandra Pina, Silvana Tavano, Sônia Barros, Tânia Alexandre Martinelli, Tatiana Belinky, Tereza Yamashita e Valquíria Prates.
LANÇAMENTO: ERA UMA VEZ PARA SEMPRE
AMANHÃ! SÁBADO, 20, a partir da 15h30.
Na Livraria MARTINS FONTES, da Paulista.
ESPERO POR VOCÊS LÁ!